Implantação e dados
O modelo de entrega é a resposta curta para a maior parte das perguntas de segurança: o FFAST roda no seu ambiente, e os findings, o código e as métricas que ele processa ficam lá.
01 Modelo de entrega
Modelo de entrega
Uma imagem de container, executada na infraestrutura do cliente, contra um banco PostgreSQL do cliente. Não há instância compartilhada, não há inquilino vizinho e o FFAST não copia seus dados para infraestrutura da Dooper.
A instalação é mono-organização por decisão de arquitetura: uma instalação, um banco, um cliente.
02 O que atravessa a fronteira
O que atravessa a fronteira
O FFAST não envia nenhum dado do cliente para fora do seu ambiente. Além do seu próprio GitLab, as conexões de saída são: a verificação de licença, a cada 4 minutos, com o identificador da instância e da instalação (o servidor de licença vê o endereço IP de origem e o registra no log de acesso); e, por padrão, o download das bases públicas EPSS e KEV, que pode ser desligado. Com o enriquecimento desligado e a licença por arquivo, a única conexão de saída é com o seu GitLab. O arquivo de conferência de cobrança, que o cliente decide entregar à Dooper, traz contagens e os dados da leitura (mês e dia, origem, grupo lido no GitLab, teto e folga) e a data de geração; nenhuma pessoa; a lista pseudonimizada de contestação só é mostrada em reunião, sem cópia.
Licença: na ativação, sai a chave de ativação e um identificador gerado para a instância; na verificação periódica, a cada 4 minutos, o identificador da instância, o identificador da instalação e um número de uso único. Nenhum nome de máquina nem dado do ambiente vai junto. O servidor de licença vê o endereço IP de origem e o registra no log de acesso. Com a licença importada por arquivo, não há chamada ao servidor de licença.
Sai também, por padrão, o download dos catálogos públicos EPSS (FIRST) e KEV (CISA). Os dois arquivos são baixados inteiros de epss.empiricalsecurity.com (que hospeda o arquivo do FIRST) e de www.cisa.gov e cruzados localmente: nenhum CVE, finding ou dado seu vai junto. Uma chave de instalação desliga os downloads, e então EPSS e KEV vêm só do seu GitLab.
Conferência de cobrança: não é uma conexão, é um arquivo que um administrador da instalação gera e que você decide entregar à Dooper, por e-mail se preferir. Hoje o administrador gera o arquivo pela API GraphQL do FFAST; a tela para gerá-lo está a caminho. O arquivo traz contagens e os dados da leitura: o número de assentos da leitura, o total de pessoas e as pessoas por papel, com supressão dos papéis que têm uma ou duas pessoas; o mês e o dia da leitura, a origem do número, o que foi lido no GitLab (o grupo de topo ou a instância), o teto da faixa e a folga até ele; e a data de geração do arquivo. Não vai nome, usuário, e-mail nem identificador de pessoa do GitLab. São dois números diferentes: os assentos e o total de pessoas. Quando o número de assentos vem do GitLab, o total de pessoas é uma reconstrução local e pode diferir dele. A leitura mede consumo, não o valor da fatura: cobra-se a faixa contratada, que sai da previsão que você declara para 12 meses, e a leitura de fechamento entra no dimensionamento da renovação. Se você contestar a leitura usada para apontar excedente na renovação, o que pode fazer até 90 dias após o fim do ano contratual, gera a lista pseudonimizada daquela leitura: um pseudônimo por pessoa, calculado com um segredo que fica na sua instalação e não é enviado. A lista é mostrada em reunião, e a Dooper não fica com cópia.
O FFAST não transmite para fora do perímetro do cliente: findings, trechos de código, nomes de repositório, identificadores de colaborador, métricas, relatórios.
03 Integração com o GitLab
Integração com o GitLab
A autenticação é delegada ao seu GitLab por OAuth — o FFAST não mantém senha própria e não cria um diretório paralelo de identidades.
A sincronização respeita os limites de taxa publicados pela sua instância, com novas tentativas e espera progressiva quando a instância está sob carga, e preserva a triagem já feita: reprocessar não desfaz decisão humana.
04 Dados pessoais
Dados pessoais
O produto processa metadados operacionais do seu GitLab, como autoria de commit e responsável por remediação. Como a execução é integralmente no seu ambiente, esse tratamento acontece sob o seu controle: a Dooper não tem acesso técnico à instalação nem aos dados. Ela recebe só o que você decide entregar: o arquivo de conferência de cobrança, com contagens e os dados da leitura. Se você contestar a leitura usada para apontar excedente na renovação, a lista pseudonimizada daquela leitura é mostrada em reunião, sem cópia para a Dooper.
Para o processo de avaliação, a documentação de arquitetura, a matriz de permissões e os resultados de teste são fornecidos sob acordo de confidencialidade.
05 Licenciamento
Licenciamento
A licença é assinada criptograficamente e validada localmente. A expiração degrada o produto de forma previsível e documentada, sem desligamento abrupto e sem perda de dado.
Avaliação técnica
Questionário de fornecedor, due diligence ou revisão de arquitetura: escreva e a documentação vai pelo mesmo canal.